.O VATICANO

.O VATICANO

.O Vaticano - de Nanû da Silva

"... um beijo foi o primeiro contato entre Pietro e o Papa"
--- Cadê o baseado? - perguntou o Papa.
--- ? - Pietro sem entender.

Nesses rabiscos x leitor/a vai ler dois livros em um. Imagine lendo um romance onde o rabiscador intervem. Aqui nessa obra tu vai ler o romance e a história do rabiscador sobre a arte de escrever seu primeiro romance. Uma ficção deliciosa, onde o rabiscador tenta quebrar padrões na literatura. risos, gargalhadas, inocência, gritos e literatura.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

SOLILÓQUIO DO LIXO

SOLILÓQUIO DO LIXO

Na esquina virando,
Bem ali
Entre a rua Ke tipo de escravo ker ser?
Com a rua Liberdade é apenas uma palavra controle
Ali...
Logo ke o sol nasceu
Onde a lua vende a si mesma
Onde Sócrates vende a si mesmo
Onde Caravagio pinta seu deserto
Descobri
Nossa realidade
E com maldade
E maudade
Tempo
Idade
Concreto e seus deuses
Defecam no último contato com a Flor Resta
Políticos partidários
Poluem com papéis
Ke foram flor resta
Para ter mais papéis
Para lhe dizer:
--- KE TIPO DE ESCRAVO KER SER?



(Avles Sevla Alves oceano indico – Somos obrigados a votar! Pense nisso!)

haicai

Flor resta arma
Primavera também
Arma resta flor


(Avles - Há muito mais a destruir do que construir)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ABRAÇOS DE GORILA

ABRAÇOS DE GORILA

Chuva nos presenteava com suas caricias
O vento, esse amigo de todas as horas
Pra bom ou pra ruim
Tava lá.
Vivíamos numa flor resta onde tudo era descoberta, mesmo!
Na mesma árvore
Na mesma floresta.
Vivíamos e tentávamos deixar viver
Equilíbrio era o que nos mantinha vivos
Hoje somos refém de nós mesmxs
Nessa realidade de miragem
Deserto de concreto
Incerto
Se é certo?
O tempo já disse ke não é!


(Avles Bezerra Amendoin Solomon - O fato de quase todas as fitas de cinema tratarem de amor prova ke o sexo é o fator mais importante da vida. O interesse nesses filmes é, quase sempre, neurótico.)

ABRAÇOS DE COIOTE

ABRAÇOS DE COIOTE

Tudo estava presente
Ausente
Era a lua.
Ke resolveu ir as ruas
Lutar, contra a realidade cifrão
Oh!
“Bendita” akela ke das entranhas busca força para ser.
Ter ker ser
Assassinar o ter
Eis a questão!
Abraços de tigre
Abraços de trigo
Abraços de pé de figo
Abraços de umbigo
Ke foi cortado para apenas ter
Status de ser
Apenas um vazio na imperfeição.
Eis a questão!?


(Avles Saramago Castro Antonin da Silva – No espetáculo do capital, o prazer é fatal. Tudo é sombrio e fúnebre, tudo é sério e ordeiro, tudo é racional e programado, precisamente porque tudo é falso e ilusório.)

ABRAÇOS DE JACA

ABRAÇOS DE JACA

La no alto eis ke me bem-te-vi
Exalando o amor a tudo ke se faz presente
Abelhas que fazem flor resta
Pássaros ke fazem floresta
Humanxs ke fazem resta flor
Eis-me aki
Levando a flor resta
Ao beija-flor morte resta
Soliloqueo-me
Masturbação monóloga
Sentindo o cheiro do doce de jaca
Eis me aki
Putoeticamente rasgando o concreto
Para ke a flor resta resista
E insista em ser o ke és
FLORESTA.


(Avles cabral - Em frente, todxs! E com braços e coração, palavra e caneta, punhal e revólver, ironia e maldição, roubo, envenenamento e fogo posto, vamos declarar... guerra á sociedade... – Dejaque)

quinta-feira, 31 de julho de 2014

ABRAÇOS DE PEIDO ANAL HUMANX

ABRAÇOS DE PEIDO ANAL HUMANX

Naquele momento em ke tudo era tudo
E nada era nada
A escada apenas serviu para caminhar em direção à vaga
Lembrança de um passado imperfeito
Lento de uso quase perfeito
Rastejando no leito
De sexo e morte junto com a sorte
De não ter
E refazendo esse ser
Na constante busca do não lembrar-me
Se sou, só o tempo dirá!
Se assim posso ir buscar
A cada pedra atirada duas são as que mais
Fazem-me não ficar calada
Nesse poço vazio que é a vida
Numa eterna busca do ke não é eterno
E assim mesmo com o inverno
Meus outonos são primavera
Até que num flatulento peido
Dei a vida a mim mesmo
Um sentido
Quase que assim...
De ser a revolta e não a porta
Que apenas fecha e se cala
nesse átomo que chamo planeta Terra
Onde minha amiga vera
Suicidou-se na primavera
Nessa noite que a espera.
Quem? Eu? Não a esfera.
Ter ou não ser?
Eis-me aki.


(Avles - "Apenas para lembrar que a história não é o passado, tampouco a história é apenas o registro da história passada, sua essência é dialética e se manifesta no ontem, no hoje e no amanhã. Somos seres históricos, os eventos cotidianos que nos revoltam ou nos alegram, trazem em si a digital de nosso passado e apontam as alamedas do futuro, um futuro sempre em disputa. De que lado estamos?"
(Gilson Amaro))

ABRAÇOS DE GENOCÍDIO HUMANO.

ABRAÇOS DE GENOCÍDIO HUMANO.

A caminho da ponta da faca
A raça humana assassina-se
Para um finito finale


(Avles - "Os bolcheviques, com sua ditadura do proletariado, seu aparato estatal centralista, perseguiram, prenderam e exterminaram os que queriam o aprofundamento da Revolução. Neste contingente encontravam-se significativo número de anarquistas. Estes não queriam ser governados por qualquer pessoa e defendia a liberdade, a igualdade e acreditavam no coletivo com toda sua força, negando o Estado, as hierarquias sociais e os autoritarismos.")

ABRAÇOS DE PRIVATIZAÇÃO DAS EMOÇÕES HUMANAS

ABRAÇOS DE PRIVATIZAÇÃO DAS EMOÇÕES HUMANAS

Ao sentir o fedor de mim mesmo.
Amei-me
A caminho do matadouro para saciar a fome Deles.
La sensibilidad, esta
Foi a óbito
Assassinada pelas aparências.
És muerto a la imaginacione
És morta a imaginação
És morta a raça humana.
És morta las emociones
És nada más... ke uma prateleira carcomida pelo tempo
És la masturbacion sem la imaginacione
Não há mais lagrimas
Nem muito menos nada
Apenas códigos.


(Avles - “O líder do poder e o líder da oposição legal, o papa e o ateu burguês adoram igualmente um mesmo deus, e esse deus de autoridade reside até nos recantos mais ocultos de seus cérebros. Eis porque eles permanecem unidos apesar de suas divisões. O líder do Estado não se separaria do chefe da oposição, e o promotor do advogado, senão no dia em que aquele pusesse em dúvida a própria instituição do parlamento (...).)

terça-feira, 15 de julho de 2014

Da rua distro - politica - distribuidora anarquista/punk

Segue endereço de uma distribuidora anarquista/punk - sirva-se do veneno!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

livro grátis

anarquismo e sociedade de controle - Edson Passeti
https://copy.com/E1mEYXL2ZNhE

livro gratis

a luta pela mente - william Sargant
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/mente.pdf

quinta-feira, 3 de julho de 2014

livro gratuitos

leia-me se tiver coragem


livro gratuitos

http://anarcopunk.org/biblioteca/

sexta-feira, 27 de junho de 2014

banda CADAVER DO SER SUPREMO

BANDA CADAVER DO SER SUPREMO



SOLILÓQUIO DO ABRAÇO.

SOLILÓQUIO DO ABRAÇO.

Abraços de javali
Abraços de dragão-de-comodo
Abraços de caqui
Abraços de galinha
Abraços de jabuti
Abraços de quero-quero
Abraços de Sol
Abraços de maritacas
Abraços de gorila
Abraços de abutre do himalaia
Abraços de coiote
Abraços de bisão
Abraços de girafa
Abraços de jaca
Abraços de putoesias
Abraços de coice-de-mula
Abraços de eis me aki
Abraçando todxs vocês.
Beijos de pé de jabuticaba.


(Avles - A realidade é proibida)

MONÓLOGO DO NIILISMO

MONÓLOGO DO NIILISMO

Pergunte ao jazz
Ou ao jaz
O que ele acha da descoberta?
Pergunte a Flor Resta
O que ela acha da desobediência?
Pergunte as baleias, aos golfinhos...
O ke elas acham das instituições cadavéricas?
Pergunte as vacas leiteiras,
O ke elas acham da Nestle e do Mac câncer Donald´s?
Pergunte ao bêbado Bezerra, o que ele acha dos bancos que o rouba lentamente?
Pergunte a dona Nauá, lavadeira,
O ke ela acha de sua realidade?
Pergunte a Josefina, médica e curandeira,
O que ela acha da indústria farmacológica?
Pergunte aos seres ke são torturados todos os dias para manter o estabelecido?
Pergunte aos de baixos,
o ke eles acham dxs de cima – ke só querem pra si?
Pergunte aos gorilas
o ke eles acham de seus primxs humanóides
ke xs assassinam para ter suas terras
e vender a barbárie?
Pergunte ao niilista
o que ele acha de vossa realidade.
amante do finale?

(Avles - Assim, houve senhores ke não quiseram dar liberdade a seus servos. Era de esperar ke a igreja liderasse um movimento de libertação dos servos. Mas, pelo contrário, o principal adversário da emancipação, tanto na cidade como no campo, não foi a nobreza, e sim a igreja.)

SOLILÓQUIO DA CHUVA FINA LA FORA. Ao som da Necrose(br)

SOLILÓQUIO DA CHUVA FINA LA FORA. Ao som da Necrose(br)

Aluga-se Fernando Pessoa pra ser pessoa
Aluga-se Augusto dos anjos onde os anjos masturbam-se em suas putoesias
Aluga-se deus amante do diabo
E demônios ke de demônio em demônio busca os cinco as.
Aluga-se o tempo como iniamigo
Aluga-se a rima pra ser simplesmente Eu.
Aluga-se a vida mascarando o Ter
Aluga-se as flores, pois as Restas se suicidaram
Aluga-se espermatozoides para criar placas de aluga-se
Aluga-se Nietzsche para ser Tchê na pirâmide da realidade
Então eis me aki para lhes dizer
Outro mundo és possível.
Caminhando pela Flor Resta
Assim urbanamente. Apenas caminhando.


(Alves - Ora, todo esse arcabouço teórico sofisticado devia ser traduzido por padres e frades não tão cultos, para dizer o mínimo, a populações que, além de iletradas e ignorantes, muitas vezes, tinham a sua própria teogonia, quase sempre ligada a deuses pagãos de origem, por exemplo, celta, que praticavam cultos ligados aos ciclos da lua e do sol, das estações do ano, do momento certo para plantar e colher etc.)

SOLILÓQUIO DO PREGO

SOLILÓQUIO DO PREGO

Masturbo-me na lapide de augusto dos anjos
Onde por causa do prego perdi o velório
E por causa do velório perdi de beijar seus putrefatos lábios
E por causa do beijo perdi a vontade de ser livre
E por causa da vontade de ser livre. Morri.

(Avles - Temos agora 4 bons motivos darwinianxs para ke os indivíduos sejam altruístas, generosos ou “morais” uns com os outros. Em primeiro lugar, há o caso especial do parentesco genéticos. Em segundo, há a replicação: o pagamento dos favores recebidos, e a execução de favores “antecipados” seu pagamento. Depois desses vem, em terceiro lugar, o beneficio darwiniano de adquirir uma reputação de generosidade e bondade. E, em quarto, se Zahavi estiver certo, vem o beneficio adicional especifico da generosidade conspícua, como forma de comprar uma propaganda autêntica e impossível de falsificar)

SOLILóQUIO DE BUTO

SOLILóQUIO DE BUTO

Em meio a concreto e idéias urbanas
Rastejava em su sobrevivence
Como lesma.
Nesse palco flor resta
Nesse ato ke resta
Solidão és preciso.
Pequena cidade dos araças
Onde ainda respiramos a pluralidade
Onde até a África no presenteia-nos com o olfato.
La sonoridade de lo tempo tempestivos
Trovões, relâmpagos e maconha.
A dança é embalada no tempo vazio
Pelo gralhar de um corvo que assassina o Ter
Na guerra contra xs de cima tudo és possible
Na lapide de todxs
Caminhar é preciso.


(Avles - Os anticorpos já não são mais os mesmos)

SOLILÓQUIO DO UTERO AO TUMULO

SOLILÓQUIO DO UTERO AO TUMULO

Insensatez essa minha
Nesse pekeno mundo vazio
O ke tens a mi dizer?
Heim diga?
Diga porraaa!
Vai se fudê!
O silêncio me percegues
Porque me percegues seu merda?
Já não disse que prefiro transar com la barulhe
Mi amore de mi vida
Companheira em noite de lua minguante
Onde la fumace nos acompanhava de perto.
Ao descobrir um mundo fora... de mi criação
Acabei me rendendo ao existir do outro lado
A cada caminhar do tempo eu observava e aprendia com o amor do barulho e do silêncio
Ambos do mesmo sexo
So sei ke no meio desse relacionamento sonoro
Abortou-me para la existence
Onde a destruição se faz presente na existência humana.
Sim! Sim! Diz que sim seu porra!
Pensa que não o observei diante da la morte
Células cancerígenas
Oh! Solidão das flores pretas
Que perambulam pelas lapides de deus
Nesse imenso jardim de Flor Resta
Permito ser
Simmmmm permito ser!
Nesse eu-me.
Nas putoesias que semeio
Ouço o entardecer
E com isso me tornei amigo e amante do tempo
Esse carrasco del infinito.
Nesse infinito de interrogações
Abismo-ter.
Não sei se sei
Aprenderei com el carrasco.
E nas fagulhas de la vida
Centelho-me no caminhar de mi átomo.
Caminhar el preciso.
Ir-me
Fui.
Me lambuzo em nada
E ao som de reator04
Produzo por que me lambuzo
No néctar da ruptura cotidiana
Aprender é preciso
Caminhar é preciso
Intifada és preciso
Black block és preciso
Destruir para construir é preciso
Cagar é preciso
Transar é preciso
Sentir é preciso
É preciso caminhar
É preciso caminharrrrrrrrr
É preciso caminhaaarrrrrrrrrrrrrr.
Sou!
Cu
Estou
E sendo assim
Abraços de lesma africana
Ke tipo de escravx keremos ser?
Eu sou
Escravo de minha realidade entre aspas.
Caminhar é preciso
Em mi lapide que tentei esculpir para mi
Mesmo ke la censura
Tentasse ser mi amiga
Gritei
Caminhar é preciso
E la cá estou eu uma poeira cosmica chamada knup.
(Avles - Os juízes não são mais do ke coletores morais de lixo, e não se mostram livres de preconceitos. Um juiz ke seja positivamente conservador ou militarista achará bastante difícil ser justo com um antimilitarista ke foi preso por gritar: “Abaixo o exercito. Abaixo a policia militar”.)